Em muitos dos meus processos de Coaching eu percebo que há uma certa insegurança com relação ao momento da mudança, em particular ao momento de transição.

Conhecemos bem o que temos hoje, ou pelo menos achamos que conhecemos. Também conseguimos imaginar como será nossas vidas depois da mudança, mas… e quanto ao caminho até chegar lá?

Esse período quase sempre é visto como algo duvidoso, cheio de incertezas e até medos. No geral ficamos com o pé atrás com aquilo que não conhecemos, que não está claro. Com isso, minha intenção ao escrever esse artigo é justamente colocar um pouco de luz nesse desconhecido, com base em mudanças e transformações que eu tive na minha vida.

Vamos lá?

A mudança envolve sair de um ponto de partida para então cruzar uma linha de chegada. O que diferencia a pessoa que você é ao chegar da que era ao partir é um apenas conjunto de novas competências, habilidades e percepções. Você continua a mesma, com a mesma essência.

Se você tem filhos ou convive com alguma criança pequena, você percebe alguma semelhança entre o desenvolvimento de uma criança e a jornada responsável por implementar uma mudança em sua vida?

Quando a criança ainda é um bebezinho que só engatinha, ela nem sabe o que ela não sabe fazer. O tempo vai passando e ela percebe que tem outras pessoas que conseguem ficar de pé e andar. O olhar atento da criança capta os movimentos de toda essa engenhoca que chamamos de corpo e começa a processar isso tudo. Nesse momento, ela já sabe o que ela não sabe fazer.

Ela vai se arriscando, imitando aqueles que convivem com ela. Ela cai, às vezes chora, mas tenta de novo. Cai de novo, não chora mais. Cai mais uma vez e dá uma risadinha. Ela consegue dar dois, três, quatro passinhos. Começa a andar toda desengonçadinha, parecendo um bebê pinguim. Até que, depois de muita prática e repetição, ela está correndo pela casa, sem ao menos pensar em como é que ela está fazendo aquilo.

A criança parte de um estágio no qual ela tem determinado conjunto de competências, habilidades e percepções. Depois de muita observação, prática e repetição, ela chega em um segundo estágio ainda sendo ela mesma, mas com a mochilinha de competências mais recheada.

Nesse momento você já deve ter sacado o que acontece no momento de transição: tropeços, tombos, quedas, choros, risadas e, se você quiser mesmo chegar lá, muita persistência e perseverança!

Você já foi capaz de passar por esse processo inúmeras vezes e eu tenho certeza que a competência de superar desafios já deve estar aí na sua mochilinha, você a colocou aí dentro quando era apenas um bebezinho! Talvez ela esteja um pouco em desuso, mas está aí! Então, se você estava com receio de mudar, que tal usá-la para alcançar o próximo nível de sua vida? E, se tropeçar, lembre-se: Quem está parado não tropeça!

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